Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Novo pacote de maldades do Governo Dilma

A corda sempre arrebenta do lado mais fraco, pois bem, depois de sentir a rejeição do congresso e da opinião pública sobre o retorno da infame CPMF, Dilma Rousseff e sua equipe agora estudam aumentar impostos por decreto, ou seja, de cima pra baixo sem passar por análise do poder legislativo. 



Imposto de Renda, ACID dos combustíveis, o IPI dos produtos industrializados e o IOF imposto das operações financeiras, estão todos na mira do governo e sua sanha por mais e mais dinheiro. Ao aumentar o peso dos tributos dos contribuintes, Dilma e o PT esperam o rombo da corrupção e da incompetência são marcas do partido e do governo para sair do déficit de 30,5 bilhões no orçamento e atingir a medíocre meta de 0,7% de superávit é preciso arrecadar mais de 64 bilhões de reais. Nada mais pratico para o governo petista do que forçar o contribuinte a assumir sozinhos esta conta.

Para a oposição, a tentativa de aumentar impostos à canetada demonstra o autoritarismo de um governo que já está perdido. O senador Álvaro Dias garantiu que se Dilma apelar ao decreto presidencial à oposição vai contra atacar com um decreto legislativo que anule a decisão da presidente e impeça o aumento abusivo de impostos, está certo, olho por olho decreto por decreto.

Não é justo um governo corrupto e perdulário extorquir o cidadão para pagar as suas contas antes de querer cortar na carne do empresário, do trabalhador, do contribuinte, que a dona Dilma sacrifique os seus 39 ministérios improdutivos, seu sector de puxa-sacos inúteis, seus salários nababescos, os privilégios de marajás, suas farras de limusines e que feche sobre tudo as torneiras da corrupção de que tanto se valeu o seu partido.



Fonte: Rachel Sheherazade

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Governo propõe volta da CPMF para financiar Previdência Social

Impacto esperado do imposto nas medidas fiscais é de R$ 32 bilhões. Ministro da Fazenda espera que imposto não dure mais que quatro anos.


O governo federal anunciou nesta segunda-feira (14) que vai propor o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF), dentro do conjunto de medidas fiscais de R$ 64,9 bilhões para garantir a meta de superávit primário de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016. O impacto esperado é de R$ 32 bilhões.
O novo imposto deve ser cobrado sobre as transações bancárias para financiar integralmente os gastos da Previdência Social. O governo vai propor uma alíquota de 0,2% (com redução do Imposto sobre Movimentações Financeiras (IOF).

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o objetivo é que a CPMF seja provisória e não dure mais do que quatro anos. O imposto vigorou por dez anos e acabou em 2007, quando foi derrubado pelo Senado. Enquanto existiu, o imposto injetou nos cofres do governo mais de R$ 222 bilhões.
"Se o próximo governo quiser, ele pode revogar a CPMF quando entrar", disse Levy em coletiva de imprensa. De acordo com o ministro, a criação da CPMF é uma medida central no esforço fiscal.
Segundo o ministro, a CPMF deve garantir o pagamento das aposentadorias e diminuir o déficit da Previdência Social. A prorrogação proposta será por 48 meses. “É uma contribuição de prazo determinado, com objetivo determinado, que é pagar as aposentadorias. Dar tranquilidade à Previdência Social”.
 "Foi considerada que, diante de todas as alternativas de tributos, a prorrogação da vigência da lei original da CPMF seria um caminho que traria menor distorção à economia, seria o caminho com menor impacto inflacionário, seria melhor distribuído. Incide de maneira equitativa em todos os setores", afirmou.
O ministro afirmou que a CPMF, trata-se de dois milésimos do que a pessoa vai comprar. "Você teria, por exemplo, dois milésimos de uma entrada de cinema que você comprar para diminuir o déficit da Previdência Social", declarou Levy.
"Vai ter que ter um gradual fortalecimento da economia. Para o próximo governo não começar com nada", acrescentou.  "Procuramos por essa alíquota no mínimo necessário para a segurança fiscal. Conhecemos essa medida. Essa contribuição é que os bancos estão preparados em implementar", disse.
Levy acrescentou que a contribuição é relativamente rápida e tem grande transparência. "Depois de ouvir muitos empresários, essa seria a forma mais eficaz de proteger a Previdência Social em um momento em que a economia enfrenta dificuldades, que tem se agravado, com essa questão do grau de investimento", afirmou o ministro da Fazenda.
Dos R$ 64,9 bilhões em medidas fiscais, R$ 34,4 bilhões referem-se ao aumento de receitas, dividido em R$ 5,9 bilhões para a redução de gastos tributários, R$ 6 bilhões para a realocação de fontes de receita e R$ 28,4 bilhões para aumento de receitas.


Impacto para o contribuinte

O novo imposto deve incidir sobre todas as movimentações financeiras por via bancária feitas por pessoas físicas, como saques em dinheiro, transferências, pagamento de fatura de cartão de crédito e pagamento de contas via boleto. Por esse motivo, a CPMF era conhecida como o "imposto do cheque".
Se o contribuinte der uma entrada em um imóvel no valor de R$ 100 mil, ele vai pagar R$ 200 do imposto em movimentação financeira – que corresponde à alíquota de 0,2%. Ao comprar um carro no valor de R$ 30 mil, o contribuinte vai desembolsar uma contribuição de R$ 60.

Proposta da nova CPMF

Em agosto, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou a proposta de um novo imposto para financiar a saúde. Na ocasião, o ministro defendia uma alíquota de pelo menos 0,38%, o último percentual da CPMF, que vigorou por dez anos e acabou em 2007, quando foi derrubada pelo senado.
Dias depois, o governo federal desistiu de criar o imposto por decisão da presidente Dilma Rousseff, depois da forte reação negativa à notícia de que o imposto poderia ser recriado.

sábado, 12 de setembro de 2015

Polícia Federal pede ao Supremo para interrogar Lula na Lava Jato

A Polícia Federal pediu autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
As informações foram publicadas no site da revista Época e confirmadas pelo STF a EXAME.com.
O documento foi enviado ao Supremo na última quarta-feira pelo delegado Josélio Azevedo de Souza, que atua no caso em Brasília (DF).
O relatório cita Lula como suspeito de ter se beneficiado do esquema de corrupção da Petrobras para obter vantagens pessoais, para o governo e para o PT.  Porém, o delegado pondera que, no entanto, não há provas que mostrem que Lula participou diretamente do esquema de corrupção.
"Em razão da envergadura do esquema de corrupção montado na Petrobras, acha [o ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa] muito pouco provável que tanto o ex-presidente Lula, quanto Dilma Rousseff não tivessem conhecimento do mesmo", diz o documento.

A publicação ainda narra um depoimento em que o doleiro Alberto Youssef ressaltou que além da presidência da Petrobras, o Palácio do Planalto também estava envolvido na distribuição e repasses de propina.
"Indagado quanto a quem se referia [...] ele esclarece que tanto a presidência da República, a Casa Civil, Ministro de Minas e Energia, Lula, Gilberto Carvalho, Ildeli Salvatti, Gleise Hoffman, Dilma Rousseff, Antonio Palocci, José Dirceu e Edson Lobão, entre outros relacionados".
Apesar de o ex-presidente não ter mais foro privilegiado, o pedido foi encaminhado ao STF, provavelmente, por que envolve outros políticos que só podem ser investigados pelo tribunal.
Para a Polícia Federal, as investigações da operação Lava Jato deixam claro que se trata de “um esquema de poder político alimentado com vultuosos recursos da maior empresa do Brasil”.
 O delegado também teria pedido autorização para interrogar o presidente do PT, Rui Falcão, os ex-presidentes da Petrobras José Eduardo Dutra e José Sérgio Gabrielli, o ex-tesoureiro das campanhas de Lula e Dilma Rousseff, José Filippi Jr. 
Ao jornal Estado de S. Paulo, o ex-presidente afirmou que não recebeu a requisição da Polícia Federal para prestar depoimento.